Pensamento Submisso

Fevereiro 6, 2008

Limites e Limitações

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Está ocorrendo uma discussão interessante no orkut na comunidade Universidade BDSM. É sobre LIMITES. http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=3051221&tid=2581498629642139192&start=1

 

Eu particularmente gosto muito destas discussões que costumo chamar de discussões de base, fundamentais, estas que versam sobre os pilares daquilo que costumamos chamar de BDSM. Então gosto de ler sobre limites, SSC, Dominação/submissão, negociação, irmãs de coleira. Estes assuntos recorrentes mas importantes demais pra deixar de ser discutidos à exaustão.

BDSM atualmente é como uma destas lojas de conveniência abertas 24 horas por dia, entra gente toda hora! Gente nova, que não sabe como as coisas funcionam. Logo, as discussões “de base” sempre são necessárias né?

No meu modo de enxergar as coisas dentro de uma relação D/s & SM, há limitações e LIMITES.

Eu tenho os dois.

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Os LIMITES são circunstâncias instransponíveis porque estes se relacionam com meus conceitos e valores éticos/morais, são verdadeiros tabus ou ainda há outros que se relacionam com aquilo que me é absolutamente aversivo. Nesses LIMITES enquadrados nessas duas categorias: tabu e aversivo, espero não ser tocada… I´m so sorry, quebra-se a consensualidade.

As limitações se relacionam aos meus medos/pavor/pânico.

Isso, – as limitações – com tempo, eu supero se for algo necessário para o bom andamento da relação.

Eu não acredito que Limites sejam coisas pra gente ir quebrando, vencendo, superando de modo olímpico. Às vezes vejo por aí Dominadores dizendo – vejam nas fotos do meu álbum, mais um limite superado pela minha fulaninha de tal – ou nos blogs… relatos que mostram quebras de records. Parece telemarketing, propaganda que subliminarmente apregoam – eu, Dom X sou melhor pq faço a sub_fulaninha romper limites, nossa relação não tem rotina – .

Por outro lado… (tudo tem dois lados, deste que não seja um polígono), não entendo este papo de submissa que só faz aquilo que dá a ela prazer, que é bacana pra ela. Eu gosto de apanhar deitada, de bruços e sem estar com as mãos amarradas. Por um motivo simples, demanda mais entrega pra mim esta posição. Com as mãos livres eu tenho de ter uma “dupla entrega”, primeiro a entrega de não falar a safe na primeira lanhada por manha, visto que não sou masoquista e a dor pra mim, apenas dói alucinadamente, sentir dor, viajar nela, me sentir humilhada às vezes com ela e suportá-la é o primeiro ato de entrega. O segundo ato de entrega é, estando com as mãos livres, não colocá-las entre meu corpo e o objeto utilizado para o flagelo. Parece simples, mas não é. Quando uma mulher que não é masoquista sofre um spanking, naturalmente ela tem o desejo de se proteger, de evitar o golpe… eu aprendi a não fazer isto; não porque me foi ordenado ou ensinado, mas porque eu sinto que ao fazer isto, há um pouco mais de submissão e entrega. Quando meus pulsos são atados, eu perco a chance de exercer um ato simples de entrega e, consequentemente, de sentir algo prazeroso. Mas não seria o cúmulo eu condicionar uma prática a isto?

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Odeio tortura nos seios. De todas as práticas que já vivi, é a que mais abomino, odeio, detesto, não suporto. Sinto uma dor horrenda nos meus seios, eles são extremamente sensíveis e me sinto muito mas muito humilhada mesmo com este tipo de tortura. Me sinto absolutamente diminuída. Choro copiosamente, de verdade mesmo, sem manha, só de ver qualquer coisa que será usada pra esse tipo de tortura se aproximar de mim. Eu não gosto. Mas eu faço. Meu Dono não vive sem isto, é essencial pra Ele. Dói pra burro (ou pra cadela), me humilha, mas não é aversivo, não é um tabu. Não é um limite. Na negociação eu poderia ter colocado como limite – foi dado espaço pra isto quando expus minha dificuldade – ou ter condicionado, mas eu achei pouco submisso de minha parte fazer isto. Eu expus a minha dificuldade em superar e fiz minha escolha por tentar superar. E não me sinto violentada por tentar superar… talvez até por saber que Ele gosta tanto disso e além, por Ele saber que é um ato de entrega eu me esforçar o máximo pra superar.

É eu usei a palavra condicionar. Em alguns momentos o que eu sinto ao ler os fóruns é que o Consensual virou Condicional. Submissas impondo condições? Como disse a vaquinha uma vez, “subs” espertas expõem condições sob a forma de limites com as mãos algemadas às costas.

Bem, eu disse que os tais limites deveriam de ser respeitados pra sempre. Ok

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Aíííí acontece um porém né? A submissa conhece um Dominador. Suponhamos que este Dominador adore agulhas. Se ela pensa que enfrentar agulha é pior que enfrentar um rato (eu morro de medo/aversão de rato!!), sugiro pra moça passar bem de largo deste Dom, porque agulha pra ela é aversivo demais e não vai dar certo, agulha pra ela é limite. Mais dia menos dia ele vai querer espetá-la, então ou acaba, ou arruma uma irmã que gosta de agulhas rss (pra que mais rolo? Vamos deixar o papo de irmãs pra outra conversa rss). Mas…

Suponhamos que a submissa não tem pavor/aversão de agulhas. Ela tem um medo assim, natural. Muita gente não gosta de agulhas devido as sensações desconfortáveis de tomar vacina, ou injeção, ou tirar sangue… mas enfrenta, supera. Se a moça não sonha que está gozando com agulhas mas tbém não tem total aversão, dá pra ficar perto do Dom espetador uai, o que ela tem é só uma limitação! Com o tempo, à medida que ela for ficando mais íntima da técnica (bons Dominadores explicam as técnicas pra gente, como ela é feita, quais os riscos e inconvenientes, inclusive pra nos sentirmos seguras nas mãos deles por percebermos que eles conhecem bem a técnica), for surgindo cumplicidade e ela observar que aquilo dá tesão a Ele, que é importante…  voilá!! Lá estará a moça toda espetada igual uma sub_espinho :)

Outra coisa bacana é que numa relação BDSM o hoje é muito diferente do ontem e mais ainda do amanhã. Há 2 anos atrás eu tinha um quilo de limites e de limitações também. Mas à medida que fui aprendendo mais e vivenciando mais, os desejos foram caminhando pra lugares antes inóspitos. Curiosidade, desejo, confiança… mistura explosiva que abre novos rumos na relação e um Limite deixa de ser limite, uma limitação deixa de ser limitação.

Outro dia li um texto interessante de uma submissa que dizia assim: A superação e a evolução da submissa têm o intuito de torná-la melhor, serena, capaz, grata. Isso dificilmente será alcançado se ela não tem oportunidade de refletir sobre suas limitações” (texto completo aqui: http://sobrefloreseespinhos.blogspot.com/). Pra refletir sobre suas limitações, carece do Dom conversar com ela e carece da sinceridade dela. Voltando ao meu exemplo pessoal, eu já tive N conversas na tentativa de buscar as causas da sensação de humilhação que sinto ao ter meus pobres mamilos esticados feito goma de mascar, no sentido de superar isto e não de apenas suportar.

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6 Comentários »

  1. rose.:.SR

    Finalmente consigo conexão e venho direto te ler…

    Rindo de vc.. Seu pior castigo e meu maior prazer.. Eu literalmente amo torturas nos seios, não sou maso com certeza, mas apanhar, ser surrada, ganhar pinicões e tudo mais nos seio me tira do serio, me leva a loucura rsrs

    Mas vc fala de limite….
    Vou transcrever aqui um pedaço la do meu blog

    Qual o objetivo do Sádico: dominar e sentir prazer pela dor despertada na peça ou dobrá-la até a exaustão, quando sem poder mais suportar arrega?

    “Sádicas são criaturas encantadoras”, gentis, charmosos, atraentes, manipuladores, persistentes, incansáveis, pacientes, educados, profundo estudiosos da essência humana, pois assim aprende sobre suas presas, aprendem seus pontos fracos, aprendem onde está sua força, sua mola propulsora. Inflexível leva suas vitimas a desejarem o seu querer, fazem tuas vitimas implorar por satisfazer teus desejos’.
    Fev 2006

    É sádicos, dominadores são seres que nos tira do marasmo e nos faz querer nossa pior dor, nosso pior medo, nosso maior desespero.

    Parece que nos sacode e sussurra.. Olha como vai ser lindo, veja como vc realmente deseja ser espetada por dezenas de agulhas, meu maior medo, e lá vai a sub, torcendo, contorcendo no canto do dom….

    A 1 vez que fiz agulhas foi mágico….
    levei 6 meses sendo preparada para ser o *bolo de niver* eu sonhava, tinha pesadelos, gozava, ansiava e descabelava dia a pos dia, chegou a um ponto que o desespero era tanto que queria desesperadamente que chegasse logo o dia, e finalmente ser espetada.

    Os olhos de Dono, sua voz, eram puro prazer, Ele brincou, sentiu cada agulha real e imaginaria que colocou em meu corpo, e olha que as imaginarias deram muito mais trabalho para tirar…

    Eu tava tão ansiosa pelo momento que nem percebi não me atinei que quebrara um outro limite, ficar nua aos olhos de outros, eu só pensava nas agulhas, só tinha cabeça para elas, só depois de feita a cena e que percebi, nua…

    Cada limite vem sendo assim, trabalhado, hoje eu ainda tenho minhas turras, há coisas que não me cai bem, há desesperos e lutas internas, e venho descobrindo que limite maior sou eu.
    A submissão me é necessária, mas sou eu apta a submissão? Sou ansiosa demais, desesperada demais, e meu limite controlar meu eu, para ser o que busco e desejo.

    BJS

    Olha eu tenho medo das coisas que leio aqui
    Se um dia a censura voltar vou te indicar para ser plenamente censurada rsrsrsrsrsr

    Comentário por AD_[Denise] de ART DOMINUS — Fevereiro 7, 2008 @ 11:31 pm | Responder

  2. .

    Ahh Dê, fico muito feliz de ler vc aqui no meu canto. Vc é uma pessoa muito especial pra mim. Se me indicar para a censura, vc perde a possibilidade das horas de conversa desconcertante sobre submissão no msn comigo… e aí? Vai me “bandonar”?

    De todo seu texto vou ressaltar o fim dele tá bom?

    Vc diz assim: “Cada limite vem sendo assim, trabalhado, hoje eu ainda tenho minhas turras, há coisas que não me caem bem, há desesperos e lutas internas, e venho descobrindo que o limite maior sou eu.
    A submissão me é necessária, mas estou eu apta a submissão? Sou ansiosa demais, desesperada demais, é meu limite controlar meu eu, para ser o que busco e desejo”

    Quando leio isto vindo da sua boca (ou de seus dedos) eu sei que é a mais pura verdade. Não é conversa virtual pra boi dormir de “submissa de alma rosa pink purpurinada”. Tua relação é real, estável, já vai completar 3 anos. Vc sabe na pele a dor e a delícia de ser submissa e não apenas de se sentir submissa.

    Eu acredito que sim, muitas vezes o limite maior somos nós mesmas, reside na gente, na formação, na cabeça, nos medos e a gente que se sabe submissa fica entre superar o medo e o medo deste medo… as tais lutas internas; e só qdo conseguimos superar seja lá que troço for, se esta superação não se constituir numa violência, numa agressão pra gente, conseguimos de fato enfrentar o tal limite ou limitação (como preferirem).

    Agora tua pergunta: a submissão é necessária à vc, mas estará vc apta a ela? Aff criola… pergunta outra coisa, faz assim, faz esta pergunta pra madame plutá e segura a resposta da cadela amarela hahahahahaha, aguenta a Mme., aquela incauta, te zoando :)

    Lembra o que te disse hoje? A gente busca com a mão e a mente em compulsão Denise. Nós conseguimos fabricar a ansiedade e o desespero, pq necessitamos dele pra sentir alguns tipos de dor, até mesmo pra suprir a ausência da dor física e nos sentiremos sempre entregues. Tu sabe controlar sim, afinal, 3 anos com um mesmo Senhor, o adorando e num canil onde há diversidade e harmonia, tem de saber se controlar e muito né? ;)

    Bjkas.

    .

    Comentário por rose.:.SR — Fevereiro 8, 2008 @ 2:38 am | Responder

  3. Rose minha linda!
    Passando para deixar-te beijos (sem limites! rss)
    Many

    Comentário por Manyukeh — Fevereiro 9, 2008 @ 12:02 pm | Responder

  4. Não me impressiono com certas práticas. Porém, apesar de gostar da submissão, certas coisas eu não aceito. Não gosto de pancadas para machucar seios, rosto ou outras partes do rosto. Amarrar para causar dor, humilhação, rituais, nomes como senhor,etc. . Não. Eu gosto de levar palmadas na bundinha, algumas chicotadas de leve e de acordo com minha vontade. Detesto alguém querer mandar na hora que eu quero ou devo gozar. Palavras oefensivas na cama é saudável e gostosas (vaca, puta, sfada, vagabunda, piranha,etc.) pode ser alto ou em tom bem baixinho no ouvido. Fazer o que o parceiro quer e se for gostoso para mim também. Uso coleira, faço anal, oral, sou dominada com os braços, fico em qualquer posição possível, satisfaço meu macho, me entrego, sou fêmea submissa. Porém, antes de tudo, Sou uma pessoa e não um objeto de prazer para os outros. Ana

    Comentário por Ana Maria Rosa Ferreira — Outubro 18, 2009 @ 8:28 pm | Responder

  5. .

    Olá Ana, obrigada pelo comentário.

    Sabe Ana, isso que você gosta: “palmadas na bundinha, algumas chicotadas de leve e de acordo com minha vontade” associado ao que você não gosta: “Não gosto de pancadas para machucar seios, rosto ou outras partes do rosto. Amarrar para causar dor, humilhação, rituais, nomes como senhor,etc.” expressa que você sabe se definir como não praticante de sadomasoquismo. Isso é bom Ana! É bom saber do que se gosta e do que não se gosta para, a partir disso, sabermos o que somos e o que não somos não é mesmo? Parabéns.

    Mulheres submissas, assim como você, são pessoas, são seres humanos desejantes mas dentro desse “ser pessoa submissa” existe uma necessidade intensa de ser objeto de uso pessoal de outrem, não de qualquer outrem, de um Outro ao qual doamos poder, ou diriam as mais românticas, um Outro no qual reconhecemos o poder.

    O funcionamento da submissa é diferente do funcionamento da “baunilha apimentada” Ana. Não é melhor, nem pior Ana, apenas diferente.

    Isso que vc não gosta: “Não gosto de pancadas para machucar seios, rosto ou outras partes do rosto. Amarrar para causar dor, humilhação, rituais, nomes como senhor,etc. (…) Detesto alguém querer mandar na hora que eu quero ou devo gozar. (…) Sou uma pessoa e não um objeto de prazer para os outros.”, tudo isso que você disse acima que não gosta Ana, uma submissa também não “gosta gostando” entende?

    Muitas vezes Ana, nós submissas abominamos a prática em si, vou exemplificar com uma que eu não gosto, que é tortura nos seios ok? Eu não gosto disso, mas eu gosto de me submeter ou de ser submetida. Se eu aceitasse fazer apenas o que é gostoso, prazeroso para mim Ana, onde estaria a minha submissão? Poderia eu ser chamada submissa? E paradoxo total – teria eu prazer ao fazer apenas o que gosto, se o meu prazer reside na submissão?

    Entende a cama de gato?

    Submissa é alguém que é submetido por Outro alguém, que se submete aos desejos e desmandos de um Outro. Independente das práticas que ela efetivamente gosta ou não de fazer [dentro de limites estabelecidos que podem dependendo do contexto, ser ampliados].

    Quem não sente prazer erótico nisso não deve em hipótese alguma se auto proclamar submissa. Ofende a categoria rss

    .

    Comentário por rose — Outubro 19, 2009 @ 1:23 pm | Responder

  6. Ana você fala:

    ….Porém, apesar de gostar da submissão, certas coisas eu não aceito. Não gosto de pancadas para machucar seios, rosto ou outras partes do rosto. Amarrar para causar dor, humilhação, rituais, nomes como senhor,etc. . .

    Ana, cada pessoa vê sente a submissão de uma maneira especial, cada ser tem seus desejos fantasias, limites, bloqueios. Acredito que estes desejos venha de um conjunto da vivência pessoal, uma soma de tudo aquilo que viveu ate então.

    Eu jamais aceitaria levar pancadas, mas me submeto a uma sessão de spanking apesar de não ser maso, o erotismo implícito nesta entrega me deixa intensamente excitada, mas não me leva ao gozo.

    Me permito, me entrego a mãos daquele que confio para que este tenha prazer em me usar e é o prazer dele meu maior afrodisíaco, quanto mais submeto, quanto mais prazer dou, mais prazer sinto, e creia, este prazer é seletivo, é preciso que eu me sinta entregue a ele. Então não serve qualquer um, em de ser alguem especial.

    Dor é algo relativo, o que me dói pode não doer em ti e vice versa e esta dor para mim é um complemento da entrega. Humilhação é também relativo, o que te humilha? O que me humilha? É literalmente o ato de ser tornado humilde, ou diminuído de posição ou prestígio. Todavia, o termo tem muito mais em comum com a emoção da vergonha. A humilhação não é geralmente uma experiência agradável, visto que diminui o ego. Para mim, enquanto que submissa ser humilhada faz parte de um jogo de erotismo e prazer de entrega, ai volto na afirmação acima , “cada pessoa vê, sente a submissão de uma maneira especial.

    Chamar um homem de Dom, Senhor, Sir ou uma mulher de Domme, Rainha,é também,
    algo que aprecio, 1º por que eu teria de chama-los de algum nome, então o tratamento de reverencia pode ser visto como um nome. 2º pela sedução de compor um ambiente, onde eu submissa encontro meu lugar, claro não é a todos que assim chamo. Qual o critério usado para a seleção? Bom este fica no intuitivo, é preciso que sinta estar diante de uma pessoa que leva o BDSM a serio.

    Mas este texto em especial …. Detesto alguém querer mandar na hora que eu
    quero ou devo gozar. Palavras oefensivas na cama é saudável e gostosas (vaca, puta, sfada, vagabunda, piranha,etc.) pode ser alto ou em tom bem baixinho no ouvido. Fazer o que o parceiro quer e se for gostoso para mim também Uso coleira, faço anal, oral, sou dominada com os braços, fico em qualquer posição possível, satisfaço meu macho, me entrego, sou fêmea submissa…

    Talvez ai Ana esteja a justificativa de toda sua argumentação. Dentro do BDSM Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo, estas letras tem uma indefinidade de
    vertentes e uma delas é a escrava sexual, aquela que só sente prazer na submissão enquanto que esta esteja ligada diretamente ao sexo.

    Acredito que o prazer sexual é apenas uma das partes da vivência BDSM, e para
    muitos ser objeto de prazer é o próprio prazer, assim como para muitos o prazer esta nos nos das cordas, ou nas ordens, nos castigos, no sofrer, na privação, no domínio, no submeter, no jogo erótico entre tantas vertentes do BDSM ou ainda na junção de um ou mais deste jogo/vivencia/fantasia.

    Mas no final o que realmente importa é que cada um, dentro de sua tesão se realize, alcance o que realmente buscamos que é estar de bem e ser feliz.

    E logico com respeito aos desejos e vivencia dos outros.

    Denise

    Comentário por Denise — Outubro 20, 2009 @ 2:00 pm | Responder


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