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	<title>Comentários sobre: Masoquismo Vs. Submissão &#8211; Jogo x Relação por Tormentos Dom</title>
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	<description>Idéias e opiniões sobre BDSM.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Dec 2009 20:10:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Amar Yasmine do AQUILIS</title>
		<link>http://pensamentosubmisso.wordpress.com/2008/06/24/masoquismo-vs-submissao-jogo-x-relacao-por-tormentos-dom/#comment-239</link>
		<dc:creator>Amar Yasmine do AQUILIS</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 03:12:23 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com vc, rose, linda plutinha alada!
*sorrindo*

De início, o que mais me excitava era obedecer cegamente, minha relação com a dor era difícil e eu só suportava a dor por submissão. Adorava tudo fazer para dar prazer ao Dono. Com o tempo aprendi a ser masoquista da dor física. Comecei então a sentir falta da dor mal terminavam as sessões e descobri que quanto mais intensas e numerosas as torturas, mais rápido e mais fortes eram as saudades que eu sentia delas.

Isto, porém, não aconteceu de uma hora pra outra. A descoberta do masoquismo em mim aconteceu ao longo de 10 anos. Hoje em dia, há alguns dias que fico tão sensível que não suporto quase nada. Nestes momentos, choro, imploro, suplico soluçando que meu DONO não me bata... vai entender. Nestes dias, uma simples chicotada parece ter a força de 100... vai entender isso também.

Há pouco tempo descobri um masoquismo bem diferente de tudo que já havia vivido: descobri um prazer intenso na mágoa. Não é humilhação, é bem diferente. E é difícil de explicar. Só sei dizer que tanto no medo, quanto na mágoa, o efeito é delirante... rs... de novo, vai entender... rssssssss...

besos e besos, roselita!
*;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com vc, rose, linda plutinha alada!<br />
*sorrindo*</p>
<p>De início, o que mais me excitava era obedecer cegamente, minha relação com a dor era difícil e eu só suportava a dor por submissão. Adorava tudo fazer para dar prazer ao Dono. Com o tempo aprendi a ser masoquista da dor física. Comecei então a sentir falta da dor mal terminavam as sessões e descobri que quanto mais intensas e numerosas as torturas, mais rápido e mais fortes eram as saudades que eu sentia delas.</p>
<p>Isto, porém, não aconteceu de uma hora pra outra. A descoberta do masoquismo em mim aconteceu ao longo de 10 anos. Hoje em dia, há alguns dias que fico tão sensível que não suporto quase nada. Nestes momentos, choro, imploro, suplico soluçando que meu DONO não me bata&#8230; vai entender. Nestes dias, uma simples chicotada parece ter a força de 100&#8230; vai entender isso também.</p>
<p>Há pouco tempo descobri um masoquismo bem diferente de tudo que já havia vivido: descobri um prazer intenso na mágoa. Não é humilhação, é bem diferente. E é difícil de explicar. Só sei dizer que tanto no medo, quanto na mágoa, o efeito é delirante&#8230; rs&#8230; de novo, vai entender&#8230; rssssssss&#8230;</p>
<p>besos e besos, roselita!<br />
*;-)</p>
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	<item>
		<title>Por: rose</title>
		<link>http://pensamentosubmisso.wordpress.com/2008/06/24/masoquismo-vs-submissao-jogo-x-relacao-por-tormentos-dom/#comment-238</link>
		<dc:creator>rose</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 13:20:22 +0000</pubDate>
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		<description>.

Muito obrigada Senhor Vanderdecken pelo seu relato tão sincero :)

Também por experiência pessoal eu acredito que de alguma forma, podemos passar a gostar de coisas que antes não faziam parte de nosso &quot;rol&quot; de fantasias principais, as vezes até mesmo de coisas que inicialmente numa negociação são tidas como limite, com o passar do tempo podem ser revistas, praticadas e podem se tornar algo prazeroso.

Mais uma vez agradeço sua disposição em relatar aqui sua experiência pessoal e seu modo de enxergar as relações sadomasoquistas.

.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.</p>
<p>Muito obrigada Senhor Vanderdecken pelo seu relato tão sincero <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Também por experiência pessoal eu acredito que de alguma forma, podemos passar a gostar de coisas que antes não faziam parte de nosso &#8220;rol&#8221; de fantasias principais, as vezes até mesmo de coisas que inicialmente numa negociação são tidas como limite, com o passar do tempo podem ser revistas, praticadas e podem se tornar algo prazeroso.</p>
<p>Mais uma vez agradeço sua disposição em relatar aqui sua experiência pessoal e seu modo de enxergar as relações sadomasoquistas.</p>
<p>.</p>
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		<title>Por: Vanderdecken</title>
		<link>http://pensamentosubmisso.wordpress.com/2008/06/24/masoquismo-vs-submissao-jogo-x-relacao-por-tormentos-dom/#comment-236</link>
		<dc:creator>Vanderdecken</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 11:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>Masoquismo de dor e masoquismo de obediência...
Conceptualmente é possível separá-los, é claro. Em termos de vivência não creio que seja fácil, ou sequer possível. Talvez possa ilustrar esta afirmação contando algo da minha experiência pessoal.
Tenho 58 anos. A minha primeira experiência como dominante foi quando eu tinha vinte e um - há 37 anos, portanto.

Nesse tempo eu tinha uma namorada por quem estava apaixonado. Havia muito tempo que tinha fantasias muito fortes de dominar uma mulher, mas nunca lho tinha dito com medo de a perder. A nossa relação era exclusivamente o que hoje se chama &quot;baunilha&quot;.

Um dia ela pediu-me que fizesse com ela algo de &quot;diferente&quot;. Isto deu origem a uma longa e difícil conversa durante a qual ela acabou por confessar que esse algo de &quot;diferente&quot; era eu bater-lhe.

E aqui entra uma coisa engraçada: as minhas fantasias de domínio nunca tinham sido fantasias de tortura ou de bater. Apesar de ter fantasiado durante anos com o prazer de dominar uma mulher e de ser obedecido em tudo por ela, essa fantasia nunca tinha incluído, pelo menos conscientemente, o causar-lhe dor física. Apesar disso, não tive dificuldade nem relutância em aceder ao pedido da minha namorada: acho mesmo que tive algum prazer.

A coragem que ela teve de me confessar esta fantasia deu-me coragem para lhe confessar a minha. E assim começou a fazer-se entre nós uma espécie de negócio: eu dava-lhe a dor física que ela desejava (cheguei mesmo a manufacturar um chicote artesanal) e ela satisfazia as minhas fantasias: ajoelhava-se aos meus pés, beijava-me a mão, ia comprar-me cigarros ou outra coisa qualquer como se fosse minha empregada, obedecia às minhas ordens mesmo quando eram embaraçosas para ela, como ir descalça aonde eu amandasse.

Foi então que eu aprendi uma coisa de que nunca mais me esqueci: é possível aprender a gostar das coisas. Bem cedo comecei a ter prazer em vergastar a minha namorada - e não foi difícil, porque o direito a causar dor é obviamente uma forma de domínio; e ela começou, embora mais lentamente, a ter prazer em obedecer-me e em humilhar-se perante mim. Assim, a minha fantasia e a fantasia dela, que tinham começado por se justapor, acabaram por se fundir uma na outra.

Éramos os dois muito ingénuos. Nunca tínhamos ouvido falar em BDSM (creio até que o termo nem sequer existia). Ambos tínhamos lido Sade (nem eu, nem ela gostámos), Leopold Sacher-Masoch (não nos disse nada, uma vez que falava de submissão masculina e o nosso negócio era o contrário) e a História de O (que foi uma revelação para os dois). O aspecto &quot;bondage&quot; nunca nos atraiu especialmente: às vezes eu amarrava-lhe os pulsos quando fazíamos amor, mas a primeira vez que a amarrei a sério foi por uma razão bem prática.

Havia meses que andávamos a tentar ter sexo anal. Éramos muito ingénuos e ignorantes, repito, e nunca nos ocorreu que uma boa lubrificação tornaria as coisas muito mais fáceis. Sempre que tentávamos ela sentia dor e por mais esforço que fizesse para ficar quieta acabava por se debater e tornar impossível a penetração. Decidimos entao que eu a amarraria fortemente à cama, na posição mais adequada para ser penetrada analmente, e assim fizémos. Apesar de ela ter ficado a sangrar durante alguns dias, a experiência foi razoavelmente satisfatória para ambos; mas só a repetimos muito mais tarde, depois de termos aprendido a importância da lubrificação e de não ser necessário amarrá-la.

Mais tarde, ao longo da vida, tive várias experiências de domínio e submissão com outras mulheres. Fui aprendendo com todas, a tal ponto que hoje mal consigo acreditar que alguma vez fui tão ignorante. Todas essas experiências foram diferentes umas das outras, mas todas elas tiveram uma coisa em comum: a co-existência do factor &quot;dor física&quot; com o factor &quot;humilhação&quot;. Mas ainda hoje o centro das minhas fantasias está na mulher submissa e obediente, não na mulher que aguenta e até exige quantidades enormes de dor física.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Masoquismo de dor e masoquismo de obediência&#8230;<br />
Conceptualmente é possível separá-los, é claro. Em termos de vivência não creio que seja fácil, ou sequer possível. Talvez possa ilustrar esta afirmação contando algo da minha experiência pessoal.<br />
Tenho 58 anos. A minha primeira experiência como dominante foi quando eu tinha vinte e um &#8211; há 37 anos, portanto.</p>
<p>Nesse tempo eu tinha uma namorada por quem estava apaixonado. Havia muito tempo que tinha fantasias muito fortes de dominar uma mulher, mas nunca lho tinha dito com medo de a perder. A nossa relação era exclusivamente o que hoje se chama &#8220;baunilha&#8221;.</p>
<p>Um dia ela pediu-me que fizesse com ela algo de &#8220;diferente&#8221;. Isto deu origem a uma longa e difícil conversa durante a qual ela acabou por confessar que esse algo de &#8220;diferente&#8221; era eu bater-lhe.</p>
<p>E aqui entra uma coisa engraçada: as minhas fantasias de domínio nunca tinham sido fantasias de tortura ou de bater. Apesar de ter fantasiado durante anos com o prazer de dominar uma mulher e de ser obedecido em tudo por ela, essa fantasia nunca tinha incluído, pelo menos conscientemente, o causar-lhe dor física. Apesar disso, não tive dificuldade nem relutância em aceder ao pedido da minha namorada: acho mesmo que tive algum prazer.</p>
<p>A coragem que ela teve de me confessar esta fantasia deu-me coragem para lhe confessar a minha. E assim começou a fazer-se entre nós uma espécie de negócio: eu dava-lhe a dor física que ela desejava (cheguei mesmo a manufacturar um chicote artesanal) e ela satisfazia as minhas fantasias: ajoelhava-se aos meus pés, beijava-me a mão, ia comprar-me cigarros ou outra coisa qualquer como se fosse minha empregada, obedecia às minhas ordens mesmo quando eram embaraçosas para ela, como ir descalça aonde eu amandasse.</p>
<p>Foi então que eu aprendi uma coisa de que nunca mais me esqueci: é possível aprender a gostar das coisas. Bem cedo comecei a ter prazer em vergastar a minha namorada &#8211; e não foi difícil, porque o direito a causar dor é obviamente uma forma de domínio; e ela começou, embora mais lentamente, a ter prazer em obedecer-me e em humilhar-se perante mim. Assim, a minha fantasia e a fantasia dela, que tinham começado por se justapor, acabaram por se fundir uma na outra.</p>
<p>Éramos os dois muito ingénuos. Nunca tínhamos ouvido falar em BDSM (creio até que o termo nem sequer existia). Ambos tínhamos lido Sade (nem eu, nem ela gostámos), Leopold Sacher-Masoch (não nos disse nada, uma vez que falava de submissão masculina e o nosso negócio era o contrário) e a História de O (que foi uma revelação para os dois). O aspecto &#8220;bondage&#8221; nunca nos atraiu especialmente: às vezes eu amarrava-lhe os pulsos quando fazíamos amor, mas a primeira vez que a amarrei a sério foi por uma razão bem prática.</p>
<p>Havia meses que andávamos a tentar ter sexo anal. Éramos muito ingénuos e ignorantes, repito, e nunca nos ocorreu que uma boa lubrificação tornaria as coisas muito mais fáceis. Sempre que tentávamos ela sentia dor e por mais esforço que fizesse para ficar quieta acabava por se debater e tornar impossível a penetração. Decidimos entao que eu a amarraria fortemente à cama, na posição mais adequada para ser penetrada analmente, e assim fizémos. Apesar de ela ter ficado a sangrar durante alguns dias, a experiência foi razoavelmente satisfatória para ambos; mas só a repetimos muito mais tarde, depois de termos aprendido a importância da lubrificação e de não ser necessário amarrá-la.</p>
<p>Mais tarde, ao longo da vida, tive várias experiências de domínio e submissão com outras mulheres. Fui aprendendo com todas, a tal ponto que hoje mal consigo acreditar que alguma vez fui tão ignorante. Todas essas experiências foram diferentes umas das outras, mas todas elas tiveram uma coisa em comum: a co-existência do factor &#8220;dor física&#8221; com o factor &#8220;humilhação&#8221;. Mas ainda hoje o centro das minhas fantasias está na mulher submissa e obediente, não na mulher que aguenta e até exige quantidades enormes de dor física.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: beta</title>
		<link>http://pensamentosubmisso.wordpress.com/2008/06/24/masoquismo-vs-submissao-jogo-x-relacao-por-tormentos-dom/#comment-235</link>
		<dc:creator>beta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 11:54:19 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei.Muito bom!
Passando rapido aqui....
rose, devo à vc um e-mail eu sei, estou trabalhando muito, deixarei passar esse furacão e mandarei o e-mail. ok?
Abs,
beta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei.Muito bom!<br />
Passando rapido aqui&#8230;.<br />
rose, devo à vc um e-mail eu sei, estou trabalhando muito, deixarei passar esse furacão e mandarei o e-mail. ok?<br />
Abs,<br />
beta</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rainhafragil</title>
		<link>http://pensamentosubmisso.wordpress.com/2008/06/24/masoquismo-vs-submissao-jogo-x-relacao-por-tormentos-dom/#comment-234</link>
		<dc:creator>rainhafragil</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:24:59 +0000</pubDate>
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		<description>Passando só pra dizer que eu também te amo ! : )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Passando só pra dizer que eu também te amo ! : )</p>
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