Do nada,
vem o silêncio que nos ensurdece.
É o momento
que o poeta descansa.
É o tempo que poucos ouvem,
do silêncio.
pedra atirada n´água
estrela caindo do céu
letras, brincando, sem véu.
O surgimento consolidado,
como cimento.
Mas, antes de existir luz e escuridão,
houve o silêncio, sem permissão.
houve o silêncio.
sonífero do tudo…
das pedras
das estrelas
das letras.
Quando se foi o silêncio
intruso passageiro
se foi o ouvir.
Do tudo,
vem o som que nos emudece.
Sandra Barbosa
Outubro 21, 2009
Silêncios
Do nada,
vem o silêncio que nos ensurdece.
É o momento
que o poeta descansa.
É o tempo que poucos ouvem,
do silêncio.
pedra atirada n´água
estrela caindo do céu
letras, brincando, sem véu.
O surgimento consolidado,
como cimento.
Mas, antes de existir luz e escuridão,
houve o silêncio, sem permissão.
houve o silêncio.
sonífero do tudo…
das pedras
das estrelas
das letras.
Quando se foi o silêncio
intruso passageiro
se foi o ouvir.
Do tudo,
vem o som que nos emudece.
Sandra Barbosa
2 Comentários »
Feed RSS dos comentários deste post
A linha
percorre muda
e veda
o lábio
com o selo
do sangue
goteja
horas a fio
no silêncio
tecido
entretecido
entritecido
amortecido
em dor
Comentário por Vânia — Outubro 24, 2009 @ 6:37 pm |
Amada, é você?
Sinto tanta sua falta…
Comentário por rose — Outubro 26, 2009 @ 11:57 am |