Pensamento Submisso

50 mil acessos

 

Tive uma reunião a portas fechadas comigo mesma (foi uma longa reunião; arrastava-se há meses) e decidi que não quero ter seguidores. Não sou uma cristã exemplar, uma mulher exemplar, uma irmã exemplar, uma filha exemplar, uma mãe exemplar, uma amiga exemplar, uma submissa exemplar, uma profissional exemplar. Não sou exemplar em nada. Sei que acredito no que escrevo mas não tenho nada a oferecer.

Fique então muito claro que não quero converter ninguém, não quero convencer ninguém, não quero argumentar com ninguém, não quero causar uma boa impressão. Não quero propor uma ideologia ou revelar o verdadeiro sentido do BDSM (isso não existe) e não quero fundar uma igreja. Não quero me explicar. Não quero me manter coerente, consistente ou engraçada. Não me comprometo a escrever todos os dias ou dia algum ou jamais. Não estou disponível para esclarecimentos adicionais, não tenho bibliografia para apresentar e não estou pronta para apresentar o embasamento daquilo que estou dizendo.

Me disseram por e-mail outro dia que eu tinha uma grande responsabilidade, me disseram que eu sou formadora de opinião e que as submissas iniciantes se espelham em mim. Tudo isso foi dito em um tom de crítica em um e-mail, por conta da assunção de uma postura, a minha postura.

Muitas vezes as minhas opiniões – que sempre deixo bem claro quando escrevo textos meus, são apenas opiniões e são minhas – não são as mais politicamente corretas.

Se BDSM pra mim, não é politicamente correto, como minhas opiniões acerca dele poderiam ser?

Ouvi dizer coisas ruins a meu respeito por estes dias. Mas não me incomodo muito com elas não (um pouco sim, só um pouco).

Não gostaria de ser tida como regra de conduta pra ninguém. Eu não segui ninguém pra chegar às minhas conclusões. Muito ao contrário. Abri meu caminho com o sal de minhas lágrimas (nossa, vamos combinar que essa frase ficou muito brega).

Por favor, não me sigam, imaginem-se naquela cena de Forrest Gump. Ele corre, corre, corre, as pessoas começam a ficar admiradas em ver como alguém pode apenas correr com tanta determinação e começam a segui-lo dia e noite. Run Forrest! Run! Um dia, depois de acho que mais de ano correndo, ele cessa. Para, dá meia volta e vê as pessoas que o seguiam e não entende absolutamente nada. E volta pra casa. Para Forrest, não era mais necessário correr. E aqueles que o seguiam? Ora… ele não se incomoda com eles, sequer os via, que corram para suas vidas, que tracem seus caminhos, que pensem por si mesmos.

Meu desejo é que as pessoas que se entendem sadomasoquistas, sejam elas iniciantes ou não, possam ler variados textos, com as mais variadas “visões de mundo”, as mais variadas posturas, e tenham a capacidade de discernir, de escolher se aquele BDSM é o BDSM delas.

Minhas explicações causais são válidas apenas para mim.

O Tesão que move cada um de nós é individual e é composto pelas experiências pessoais e intransferíveis que forjou cada um de nós, habitantes dessa Torre de Babel, chamada BDSM.

Às vezes, bem às vezes mesmo, encontramos pares perfeitos, seres que sentem como a gente… é… viramos bichos no cio, presa e predador,  o jogo é certo.

Noutras encontramos seres semelhantes, com uma ou outra coisa em comum e a necessidade de alguns ajustes, mas ainda assim pode dar jogo e, por fim, na grande maioria das vezes, encontramos aqueles que não se encaixam no nosso Tesão. Não são melhores ou piores, apenas não há encaixe. Nestes momentos devemos ser humildes pra poder perceber que não há razão para dissidências, grandes rupturas ou perseguições ideológicas apenas porque não há encaixe.

Penso que o pensamento é morto e jamais é capaz de tocar qualquer coisa viva. O pensamento não pode capturar a vida, contê-la ou dar expressão a ela. No momento em que tenta tocar a vida, o pensamento é destruído pela qualidade da vida.

Só, cheguei até aqui. Agora deixem-me em paz, porque só faço sentido quando estou falando sozinha.

Eu tenho uma amiga. Uma pessoa que sente as coisas como eu, farinha do mesmo saco. Uma pessoa com quem posso ser e sentir.

Gosto de lê-la. Me faz bem, me reencontro. Ela também gosta de ser e sentir sozinha.

Selecionei uns textos dela (meio picotados, com grifos inexistentes no formato original, virou algo Frankstein). Transcrevo-os abaixo, é meu presente de 50 mil.

“(…) Me perguntam sobre masoquismo ou submissão. As pessoas me vêm com regras, normas da ABNT para segurança na masmorra, tantas complicações, mas o sadomasoquismo é de uma simplicidade extrema: sexo é violência.

A violência só cessa quando quem a pratica acha que está satisfeito ou quando quem a recebe exibe a dor e o sofrimento. E essas duas coisas acontecem juntas.

O masoquismo não é o ato nobre de entregar-se à sanha de outrem.

É a sede animal de precisar da dor, de ir na contramão do idealismo do amor romântico e escancarar as portas da violência e dizer: venha a mim!

Uma vez me perguntaram qual a diferença entre o sádico e o estuprador. Quanto à prática, provavelmente nenhuma. Porém, o estuprador é alguém que chega a merecer a morte, não por vingança, mas por terapia. A diferença entre ambos está no olhar. O sádico olha para o outro e vê *se* ele tem a sede da dor que lhe completa. O estuprador é um daltônico sexual, para quem qualquer pessoa já é masoquista e objeto de seu instinto. Ele vê os seus fantasmas e acredita neles.

(…)

É difícil admitir que em nós habita aquela mesma sede violenta que leva o estuprador a fazer o que faz, e admitir que foi ao custo de muita repressão que aprendemos a não nos atracarmos uns aos outros. Será isso verdade? O que vejo é o mundo todo se matando hora com “flechas”, ora com “lanças” e finalmente com “pistolas”. O estuprador não é exatamente um falo doentio que mata? Sempre me admiro como fato de que a grande bomba atômica pareça um enorme supositório. E ainda o dono da bomba colocou nela o nome, se não me falha, da mãe, Enola Gay.

Agressão, poder, violência são os outros nomes da vontade de viver que move o sexo, com ou sem chicotes”

(…)

“Longe de ser um rebelde em função de sua liberdade, o desejo masoquista é bem mais físico. Não aspira humanizar, nem animalizar, o que quer é a dor que lhe dá prazer. O lado mais mecânico de nossa carne. Só isso.”

“SM não é só um fogo que queima, é também um fogo que devora. Destruir-se é muito fácil, tanto para o sádico como para o masoquista. Não fosse assim, não seria muitas vezes considerado doença, tão patológico como a normalidade.

É que a fantasia é a realidade possível. Dá para vestir uma coleira de cachorro e sair por aí. É possível pegar um ferro em brasa e queimar na pele a inicial da dominadora. Dá para acorrentar a escrava e sair de casa para ir trabalhar. Tudo é possível.

SSC e outras filosofias de criar regras são a tentativa desesperada de por limite ao que é anárquico. Depois que o desejo começa sua escalada, a capa de ego que todos temos se dissolve. Quebradas as convenções civilizadas, avançamos uns sobre os outros como animais.

A melhor analogia que se tem para essa situação é a da política e a da religião: quem faz as leis e quem fala em nome de(a) Deus(a) logo se perde em suas palavras. (…) O poder tudo justifica. E o SM é, mais que sexo, poder.
E o poder desconhece fantasias, mentiras ou verdades. O poder é exercido e sofrido, e nisso está seu gozo

1 Comentário »

  1. 12 Comentários »

    Cara rose…

    À mim, pessoalmente, agrade-me ler a SUA voz, a primeira pessoa que aprendo a admirar a cada dia. O resto é o resto.
    Bj

    Comentário de Mestre JB — Maio 20, 2008 @ 10:23 am | Editar

    Prezada rose.

    Sim rose seu blog é formador de opinão, sim. Goste vc ou não disso….
    Vc sabe escrever bem sim, embora eu ache que as vezes seus textos são cansativos por serem longos demais…(essa é a minha opinião) eu sou uma de 50mil que passaram e passam por aqui.
    Mas se não quer ser formadora de opinião, simples, te sugiro 2 opções: 1ª tire o blog do ar ou 2ºcontinue com ele no ar e ignore o que as pessoas acham, simplesmente, escreva, sem explicações.
    Quem tem um blog igual ao seu esta sujeito sim a críticas, sugestões, e assim vai….
    Parabéns pelas 50 mil visitas!

    Comentário de beta — Maio 20, 2008 @ 12:02 pm | Editar

    rose,
    GOSTO DE MARCAS, 50 MIL É UMA GRANDE MARCA. RESULTADO DE DEDICAÇÃO, ENTREGA, E NEURÔNIOS.

    PARABÉNS

    TC

    Comentário de TORTURADOR CRUEL — Maio 20, 2008 @ 12:48 pm | Editar

    rose pluta do meu coração,

    já disse isso zilhões de vezes e repito aqui, mais uma vez: a unanimidade é burrice (Ave, Nelson Rodrigues!!!)
    Sou pela diversidade de tudo: de idéias, de formas de expressão, de formas de sentir e expressar o prazer. Isso dá cor ao mundo!
    Não penso ou sinto como vc, mas te respeito. Vc conquistou esse meu (ou nosso, falando pelo Vil tb) respeito pela coerência com que expressa suas idéias. Isso, SUAS idéias, seu jeito, suas palavras. Apenas suas. Traduzem aquilo que vc é, que vc sente. Que ninguém as tome como “evangelho” e te santifique, ou te siga, ou se espelhe em vc. É responsabilidade demais, que acaba se tornando cobrança… e aí pesa… chateia… tira o prazer.
    Vc é apenas vc… Apenas? Putz! Isso já é coisa pra caramba!!! Então, minha querida, não leve o peso do fantasma dos outros, que teimam em te assombrar.
    Vivemos um tempo difícil, onde o respeito ao outro torna-se cada vez mais raro. A pequenez das idéias acaba por tornar os seres tb pequenos, mesquinhos. Não se deixe contaminar… Siga sendo a pessoa que vc sempre foi, buscando melhorar naquilo que VC considerar importante. Os outros? Deixem que sejam os outros…e que cada um descubra (se tiver competência pra isso) quem realmente é…
    Um grande beijo daquela que muito te admira e que, tb, segue o caminho que construiu pra si, sem se importar com aquilo que não vale a pena (ainda que me achem, cada vez mais, esnobe).
    Helena

    Comentário de Helena — Maio 20, 2008 @ 12:51 pm | Editar

    Rs, Rose, eu tb estou há anos dizendo pra não me seguirem. Mas definitivamente, as pessoas querem alguém algúem para seguir ou pra criticar. Na entrevista que dei anos atrás para o site da DS eu dizia exatamente isso, que não sabia para onde estava indo e que não queria ser referência pra ninguém. Por causa disso, desisti de blogs, desisti de quase tudo que me expunha, porque em alguns momentos me senti cobrada. Hoje definitivamente eu não me importo mais. Se for pra escolher prefiro os que seguem, pq pelo menos não fazem barulho. Mas os criticos, ô raio de gente chata! Se vc é mansa nas palavras, dizem que quer bancar a boazinha, se vc é dura, dizem que quer aparecer. E estão bem sentadinhos do outro lado, julgando, bem fácil falar assim, né? Me lembra sempre a história “O Velho, o Menino e o Burro” do Monteiro Lobato. Voce lembra? Hoje definitivamente vejo que nunca deveria ter me importado. Não se importe também, Rose. Acredite: eles é que estão errados. Não você! Parabens meu amor! : ) Continue escrevendo sempre!!

    Comentário de Rainha Frágil — Maio 20, 2008 @ 5:07 pm | Editar

    Não concorde comigo, pois eu já mudei de opinião…*risos

    Comentário de Pam — Maio 21, 2008 @ 12:23 am | Editar

    engraçada a vida quando se tem liberdade de pensamento. enquanto os outros estão discutindo nossas idéias em salas fechadas, nós já estamos pensando coisas novas e mais absurdas. não há como alcançarem, portanto, não há encontro!

    te adoro, pequena…

    Comentário de anita — Maio 21, 2008 @ 1:08 pm | Editar

    as vezes eu tenho a sensação do gozo lendo a Vânia. A mesma sensação de quando li meus autores favoritos pela primeira vez e pensava “é isso!” sorrindo de orelha a orelha.

    O post mais genial dela não tem nenhum comentário. Não há mais o que dizer. Acho que também não há coragem pra olhar praquilo e assumir que há algo de seu ali. De reconhecimento.

    Comentário de Pam — Maio 21, 2008 @ 5:44 pm | Editar

    Doce menina rose,

    Não se importe muito com essas coisas, continua sendo o que sempre foi, fazendo deste um espaço tão bom para se aprender, praticando a tua entrega e seja muito feliz que é o que mereces.
    Parabéns pelas 50 mil visitas. Parabéns, meu anjo.

    Doces besos, linda criatura!

    Comentário de Amar Yasmine do AQUILIS — Maio 22, 2008 @ 10:49 pm | Editar

    Rose!
    Hoje com o R assim mesmo….
    Vi o http://pensamentosubmisso.wordpress.com nascer, antes, nem era no wordpress, ai um dia você chegou com a novidade de um novo site que lhe daria muito mais opções de trabalhar tuas idéias….

    …Entrem, puxem uma cadeira e fiquem à vontade pra ler ou interagir…Encontrará uma mulher curiosa, uma mulher comum… cheia de opiniões sobre BDSM e que não tem a intenção de ser unanimidade, não tem a mínima pretenção de ser compreendida ou de agradar quem a lê e muito menos ousa jogar na cara alheia, com esse blog – local no qual expõe as vezes de modo desordenado e contraditório suas idéias acerca do BDSM – suas grandes questões como “verdades absolutas”. Não almeja ser modelo de conduta pra ninguém. Os textos aqui encontrados ou são de minha autoria, ou foram retirados de outros locais, por eu gostar deles e acreditar que vale à pena disseminá-los em mais um veículo.
    Bem-vindos e bem-vindas
    rose

    TUAS IDEIAS….

    Lembro que na época você falou, estou fazendo dois diários, um aberto e o outro só para mim mesma. Nunca houve de sua parte a intenção de direcionar, de marcar postura, pensamento submisso sempre foi o seu pensar.
    Acontece que seu pensar não é restrito…

    “Eu prefiro ser
    Essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião
    Formada sobre tudo

    Eu quero dizer
    Agora o oposto
    Do que eu disse antes
    Eu prefiro ser
    Essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião
    Formada sobre tudo”

    Você nunca teve medo de ler, de analisar, de refletir. Você não se acomodou na bem-aventurança da vida e independente de estar bom ou não, continua a buscar mais e mais saber, sem a preguiça mental tão comum nos dias de hoje.

    Acompanho muito este teu vigor intelectual, esta tua busca de novos dados de comparação, não tem medo do novo, não tem medo de redefinir e assumir.. mudei…..

    Exemplo disto???….

    Comunidade UNIVERSIDADE BDSM/ tópico Tema Debate: TUDO É NEGOCIÁVEL?
    Rose 12 de maio

    Já que esse tópico de repente subiu e eu me li a quase 2 anos atrás rsss

    A gente diz que não faz as coisas, que tem medo, nojo, que a religião não permite rsss etc etc etc mas na hora do “vamos ver”, quando o relacionamento engrena, a gente confia e faz coisas que achava que nunca seria capaz de fazer.

    Eu não sei se TUDO é negociável, pq tudo é muita coisa. Mas hoje sei que muitas coisas são negociáveis, mesmo que de início não sejam.

    ….” É chato chegar
    A um objetivo num instante
    Eu quero viver
    Nessa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião
    Formada sobre tudo”…

    E existe muita pessoa…. Iniciantes, simpatizantes, experientes que tal qual com você não tem medo e buscar o conhecimento e para estas pessoas Rose, o teu blog com tuas postagens, com teus textos científicos, com a opinião de outros, por que es generosa, abre espaço para que outros aqui também opinem, é sim referencia.

    Infelizmente estamos cercados não só no meio BDSM, mas em qualquer lugar de pessoas com “desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos. Não é necessariamente associada a um objeto: sua característica mais típica é a comparação desfavorável do status de uma pessoa em relação à outra”.

    Este é um produto social e histórico, sentimento esse arraigado no capitalismo no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, dizem os sábios que este sentimento seria a arma dos “incompetentes”.
    Numa outra perspectiva, também pode ser definido este sentir como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.

    Se as pessoas vêm aqui te ler vem por inúmeros motivos, curiosidade, vontade de aprender, por cair de pára-quedas pelo indicador do google, como tantas vezes já me mostrou, muitos vem por que sabe que aqui tem sempre uma leitura de primeira, outros vêm pelas fotos e há muitos e muitos como eu que aqui chega pelo prazer de ler, pelo simples prazer de conhecer alguém dedicado, meiga, carinhosa, que faz de seu espaço um canto do aprender e nada cobra por isto.
    Você não pede comentários, não pede honras, não espalha teu trabalho como um esforço que necessita de olhares e aplausos para continuar… apenas escreve, transcreve, trabalha o teu sentir, traduz seus sentimentos, lê, concorda, discorda e opina.

    “Eu vou desdizer
    Aquilo tudo que eu
    Lhe disse antes
    Eu prefiro ser
    Essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião
    Formada sobre tudo”

    Eu vou continuar a vir aqui, ler teus longos ou curtos textos, vou continuar a pensar e refletir nas tuas letras, vou continuar a concordar ou discordar de você, o exercício de reflexão que nos oferece me é muito precioso.
    Que venha logo as 100 mil visitas, as 200 mil…
    Beijos rose, muitos beijos d. Rosicréya

    ps* Já são 51.303 visitas….

    AD_[Denise] de ART DOMINUS

    Comentário de AD_[Denise] de ART DOMINUS — Maio 24, 2008 @ 12:32 pm | Editar

    Minha cadelinha com nome de flor…
    Em 1º lugar, parabéns pelas 50 mil visitas, francamente, não sei se eu chegarei nem perto no meu blog, ou desistirei, como a Rainha Frágil escreveu acima. Tem hora que é um saco. E vc é uma menina muito paciente, pra começo de conversa.
    Eu tenho certeza que vc só saiu ganhando. Soube aproveitar o melhor dos elogios e das críticas.
    Não sou sua seguidora. Leio vc às vezes, ora concordo, ora discordo. Tenho problemas com textos longos, mas isso não chega a ser muito sério.
    Enfim, poderia dizer, continue sempre assim. Mas não vou dizer. Sabe pq? Pq a única coisa permanente é a mudança, então mude sempre que precisar. Eu continuarei a te ler às vezes.
    Um beijo.

    Comentário de **desirre** simplesmente — Maio 25, 2008 @ 9:47 pm | Editar

    Que interessante.
    Sou apreciador incontestavel da sua imaginaçao.
    Nao intereça o que os outros pensem mais sim o que sentem.
    Se possivel gostaria de receber em meu e-mail ( mazivele@gmail.com) muitos artigos seus.
    Voce inspira minha imaginação satinica.

    Comentário de Candido Mazivele — Maio 28, 2008 @ 8:57 am | Editar

    Comentário por rose — Maio 29, 2008 @ 5:21 am | Responder


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